domingo, 29 de junho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
domingo, 22 de junho de 2008
Indignação
Hoje ao assistir a um programa esportivo na TV, me senti indignada com a forma que o esporte é conduzido em Ji-Paraná. Estava sendo comemorado um aniversario de l8 anos de uma escolinha esportiva que tem 300 crianças, nas categorias mamadeira, fraldinha e etc... É extremamente chocante crianças que aos 4 anos, ainda de fraldas, disputam uma partida de futsal, obedecendo regras oficiais do esporte e com arbitro. Pior ainda é ver tantas autoridades presentes, apreciando uma situação de especialização precoce, perigosa, que segundo Leite (2007) causa danos: neuro-fisiológicos, anatômicos, psicológicos, filosóficos e sociais. Vale lembrar Santana (2001) quando diz que muitas são as crianças que iniciaram precocemente no futsal e, por uma lesão grave, estresse de competição, treinamento, desinteresse, saturação, o abandonaram também precocemente.
Qual será a alternativa correta?
- Autoridades não sabem o que é especialização precoce?
- Autoridades não sabem o que é exercício ilegal da profissão?
- Falta para o profissional de Educação Física desenvolver um trabalho de conscientização da população sobre os perigos da pratica esportiva ministrada por pessoas sem preparo?
- Falta para os profissionais de Educação Física se filiarem em 100% no CREF , pagando em dia a anuidade, para reivindicar uma fiscalização e fazer valer uma Lei que não vem sendo cumprida e ainda é aplaudida por autoridades?
- Falta profissional de Educação Física para assumirem o trabalho de escolinhas esportivas, por tanto devo enquanto especialista capacitar os leigos?
Aguardo sua resposta, mas a tempo ainda gostaria de discutir com você o seguinte: Uma professora de Educação Física formada, funcionaria do governo a quase 25 anos, não pode levar seus alunos no CER regional, por falta do CREF, no entanto ela convive com a situação acima citada a menos de 50 metros da sua escola. Será que o CREF está sendo cobrado só para nós professores?
Profª Tânia
Qual será a alternativa correta?
- Autoridades não sabem o que é especialização precoce?
- Autoridades não sabem o que é exercício ilegal da profissão?
- Falta para o profissional de Educação Física desenvolver um trabalho de conscientização da população sobre os perigos da pratica esportiva ministrada por pessoas sem preparo?
- Falta para os profissionais de Educação Física se filiarem em 100% no CREF , pagando em dia a anuidade, para reivindicar uma fiscalização e fazer valer uma Lei que não vem sendo cumprida e ainda é aplaudida por autoridades?
- Falta profissional de Educação Física para assumirem o trabalho de escolinhas esportivas, por tanto devo enquanto especialista capacitar os leigos?
Aguardo sua resposta, mas a tempo ainda gostaria de discutir com você o seguinte: Uma professora de Educação Física formada, funcionaria do governo a quase 25 anos, não pode levar seus alunos no CER regional, por falta do CREF, no entanto ela convive com a situação acima citada a menos de 50 metros da sua escola. Será que o CREF está sendo cobrado só para nós professores?
Profª Tânia
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Recadinho
Estou muito feliz com o nº de pessoas que acessaram o blog, mas gostaria muito que vcs colegas deixassem um comentário no texto, só assim poderemos interagir. Não esqueçam que este espaço é nosso e todas as opiniões são de grande importância. bjs, Tania.
domingo, 15 de junho de 2008
A dança folclórica da nossa região
l. Selecionando uma dança;
2. Aprofundando nossa pesquisa;
3. Os ensaios e a preparação para a apresentação;
4. A Avaliação.
1. Selecionando uma dança
a) Interesse: Música, movimentos, estória.
b) Passos e coreografia de fácil execução: Espanholas, japonesas, judaicas, árabes.
c) Instrumentos musicais e música: Habilidade para tocar instrumentos, música gravada.
d) Indumentária (arte do vestuário ): figurino é financeiramente mais acessíveis.
2. Aprofundando nossa pesquisa
a) Agora que você já selecionou a dança folclórica que mais lhe interessou aprofunde seus conhecimentos: Registre tudo o que você observou, inclusive com desenhos, fotos e filmagem.
b) Enredo: Sobre o que fala esta dança – estória , celebração festiva, ela fala de fatos ou sentimentos.
c) Personagens: Possuem nomes? Quais suas classes sociais? Como eles se relacionam ( disputam poder, se amam, são personagens religiosos, reis , etc.
d) Figurinos: é copia do vestuário da época ou sofreram transformação. Há alguma significação nas cores do figurino.
e) Adereço e objetos: Há bonecos, como no maracatu?; guisos, bandeiras, etc...O que representam? De que material são feitos?
f) Maquiagem, cabelos: Há uma maquiagem especial? São industrializadas ou da natureza? E nos cabelos, há enfeites?
g) Musicas: A letra das canções são uma forma de falar de um grupo social em especial ( negros, portugueses, índios?)
h) Instrumentos musicais: Quais os instrumentos utilizados? E seus nomes? Como são tocados?
i) Época histórica : Quando surgiu a dança? Ela representa um período histórico? Ela retrata algum acontecimento especifico?
j) Época do ano: Ela é dançada em alguma época especifica? ( colheita, festa religiosa, natal, páscoa, etc...)
k) Pessoas: Quem as dançava na época em que surgiu? (camponeses, escravos, índios, europeus, trabalhadores, burguesia) e quem as dança na atualidade? Com qual finalidade? ( ritual, festa, manutenção da cultura). Tem caráter religioso ou profano?
L) Movimentos: Observe e registre a coreografia; procure perceber de que parte do corpo partem os movimentos dessa dança ( pés, quadris, braços, coluna, mãos).
3) Os ensaios e a preparação para a apresentação
Funções num espetáculo:
A – Direção do espetáculo – Acompanha de “fora”, é ele que dará a palavra final em questões polemicas.
B – Coreografia – Convidar alguém da comunidade para ser o orientador, visando transmitir conhecimentos específicos e corrigir erros.
C) – Figurinos, adereços e objetos de cena – Como vamos obter materiais para a confecção dos figurinos? Sugestão:Visitem lojas de roupas usadas, solicitem doação de tecidos, e auxilio de quem sabe costurar.
D) Música – A musica gravada pede um equipamento com a dimensão adequada ao espaço da apresentação.
E) Maquiagem – Uma pessoa fará todas as maquiagens, ou cada uma fará a sua.
F) Palco: cenário, iluminação, som – realizem um projeto detalhado e envolva a maior parte do grupo nesta função.
G) Preparação da platéia, bilheteria e recepção do público – Organizar cadeiras, delimitar o espaço para o público, manter a limpeza do local, recepção do público – indicando onde as pessoas devem se posicionar.
H) Divulgação e programação visual – Quais serão as datas das apresentações? Haverá convites, cartazes? Quem irá criá-los e que equipe irá distribuir? Entrem em contato com a imprensa divulgue na imprensa escrita, falada e televisionada. Convide pessoas ligadas a cultura em sua cidade.
4. A avaliação
*Reúnam-se e conversem sobre essa experiência: o que deu certo, o que foi engraçado, qual a reação do público, onde houve falhas, o que poderia ter sido feito de outra forma.
*Escrevam sobre tudo individualmente, produzam depois uma matéria jornalística a respeito do espetáculo.
*Discutam a possibilidade de continuidade das apresentações e inclusive a venda do espetáculo para eventos, afinal vocês agora tem em mãos um produto cultural.
2. Aprofundando nossa pesquisa;
3. Os ensaios e a preparação para a apresentação;
4. A Avaliação.
1. Selecionando uma dança
a) Interesse: Música, movimentos, estória.
b) Passos e coreografia de fácil execução: Espanholas, japonesas, judaicas, árabes.
c) Instrumentos musicais e música: Habilidade para tocar instrumentos, música gravada.
d) Indumentária (arte do vestuário ): figurino é financeiramente mais acessíveis.
2. Aprofundando nossa pesquisa
a) Agora que você já selecionou a dança folclórica que mais lhe interessou aprofunde seus conhecimentos: Registre tudo o que você observou, inclusive com desenhos, fotos e filmagem.
b) Enredo: Sobre o que fala esta dança – estória , celebração festiva, ela fala de fatos ou sentimentos.
c) Personagens: Possuem nomes? Quais suas classes sociais? Como eles se relacionam ( disputam poder, se amam, são personagens religiosos, reis , etc.
d) Figurinos: é copia do vestuário da época ou sofreram transformação. Há alguma significação nas cores do figurino.
e) Adereço e objetos: Há bonecos, como no maracatu?; guisos, bandeiras, etc...O que representam? De que material são feitos?
f) Maquiagem, cabelos: Há uma maquiagem especial? São industrializadas ou da natureza? E nos cabelos, há enfeites?
g) Musicas: A letra das canções são uma forma de falar de um grupo social em especial ( negros, portugueses, índios?)
h) Instrumentos musicais: Quais os instrumentos utilizados? E seus nomes? Como são tocados?
i) Época histórica : Quando surgiu a dança? Ela representa um período histórico? Ela retrata algum acontecimento especifico?
j) Época do ano: Ela é dançada em alguma época especifica? ( colheita, festa religiosa, natal, páscoa, etc...)
k) Pessoas: Quem as dançava na época em que surgiu? (camponeses, escravos, índios, europeus, trabalhadores, burguesia) e quem as dança na atualidade? Com qual finalidade? ( ritual, festa, manutenção da cultura). Tem caráter religioso ou profano?
L) Movimentos: Observe e registre a coreografia; procure perceber de que parte do corpo partem os movimentos dessa dança ( pés, quadris, braços, coluna, mãos).
3) Os ensaios e a preparação para a apresentação
Funções num espetáculo:
A – Direção do espetáculo – Acompanha de “fora”, é ele que dará a palavra final em questões polemicas.
B – Coreografia – Convidar alguém da comunidade para ser o orientador, visando transmitir conhecimentos específicos e corrigir erros.
C) – Figurinos, adereços e objetos de cena – Como vamos obter materiais para a confecção dos figurinos? Sugestão:Visitem lojas de roupas usadas, solicitem doação de tecidos, e auxilio de quem sabe costurar.
D) Música – A musica gravada pede um equipamento com a dimensão adequada ao espaço da apresentação.
E) Maquiagem – Uma pessoa fará todas as maquiagens, ou cada uma fará a sua.
F) Palco: cenário, iluminação, som – realizem um projeto detalhado e envolva a maior parte do grupo nesta função.
G) Preparação da platéia, bilheteria e recepção do público – Organizar cadeiras, delimitar o espaço para o público, manter a limpeza do local, recepção do público – indicando onde as pessoas devem se posicionar.
H) Divulgação e programação visual – Quais serão as datas das apresentações? Haverá convites, cartazes? Quem irá criá-los e que equipe irá distribuir? Entrem em contato com a imprensa divulgue na imprensa escrita, falada e televisionada. Convide pessoas ligadas a cultura em sua cidade.
4. A avaliação
*Reúnam-se e conversem sobre essa experiência: o que deu certo, o que foi engraçado, qual a reação do público, onde houve falhas, o que poderia ter sido feito de outra forma.
*Escrevam sobre tudo individualmente, produzam depois uma matéria jornalística a respeito do espetáculo.
*Discutam a possibilidade de continuidade das apresentações e inclusive a venda do espetáculo para eventos, afinal vocês agora tem em mãos um produto cultural.
Dinâmica: Sabedoria e Conhecimento
Texto: O Erudito e o Barqueiro
Norbey, às vezes, levava pessoas de viagem em seu barco.
Um dia , um exigente gramático contratou-o para que levasse ao outro lado do rio. Assim que se viram flutuando , o erudito perguntou-lhe se haveria tempestade naquele dia.
_ Não me “pregunte” nada sobre isso – disse Norbey.
_ Você alguma vez estudou gramática?
_ Não - respondeu.
_ Nesse caso, você perdeu metade da sua vida. – Norbey não disse nada.
Em seguida estourou uma terrível tempestade. A casca de noz de Norbey começou a encher-se de água. Então Norbey falou:
_ O Senhor alguma vez aprendeu a nadar?
_ Não – disse o erudito pedante.
_ Nesse caso, toda a sua vida está perdida, mestre, pois estamos afundando.
( Conto da tradição sufi)
Dinâmica:
1. Leitura em grupos;
2. Interpretação, discutindo em grupos:
a) Como cada um de vocês se sentiu ao ler o texto?
b) Qual a diferença entre conhecimento e sabedoria?
c) O texto apresenta um exigente gramático dando muita importância à formação acadêmica e um humilde barqueiro que sabia nadar, por isso pode salvar sua vida na tempestade. Que reflexões esse tema provoca?
d) O que cada um de vocês ensinaria a seus filhos _ além de nadar – para que eles pudessem se defender na vida?
e) Que ensinamentos a leitura deixou ao grupo?
3. Plenário
Norbey, às vezes, levava pessoas de viagem em seu barco.
Um dia , um exigente gramático contratou-o para que levasse ao outro lado do rio. Assim que se viram flutuando , o erudito perguntou-lhe se haveria tempestade naquele dia.
_ Não me “pregunte” nada sobre isso – disse Norbey.
_ Você alguma vez estudou gramática?
_ Não - respondeu.
_ Nesse caso, você perdeu metade da sua vida. – Norbey não disse nada.
Em seguida estourou uma terrível tempestade. A casca de noz de Norbey começou a encher-se de água. Então Norbey falou:
_ O Senhor alguma vez aprendeu a nadar?
_ Não – disse o erudito pedante.
_ Nesse caso, toda a sua vida está perdida, mestre, pois estamos afundando.
( Conto da tradição sufi)
Dinâmica:
1. Leitura em grupos;
2. Interpretação, discutindo em grupos:
a) Como cada um de vocês se sentiu ao ler o texto?
b) Qual a diferença entre conhecimento e sabedoria?
c) O texto apresenta um exigente gramático dando muita importância à formação acadêmica e um humilde barqueiro que sabia nadar, por isso pode salvar sua vida na tempestade. Que reflexões esse tema provoca?
d) O que cada um de vocês ensinaria a seus filhos _ além de nadar – para que eles pudessem se defender na vida?
e) Que ensinamentos a leitura deixou ao grupo?
3. Plenário
Dinâmica: Interiorização e Mudança
Texto: O que disse Bayazid sobre si mesmo
Quando jovem, eu era um revolucionário e minha oração consistia em dizer a Deus:
“ Senhor, dê-me forças para mudar o mundo”.
À medida que fui me tornando adulto, dei-me conta de que havia passado metade da vida sem ter conseguido mudar uma única alma.
Transformei minha oração e comecei a dizer:
“ Senhor, dê-me a graça de transformar a todos os que entrarem em contato comigo”.
Mesmo que seja somente minha família e meus amigos.
Com isso já me dou por satisfeito”.
Hoje , que sou velho e tenho os dias contados, comecei a compreender o estúpido que fui.
Minha única oração agora é a seguinte:
“Senhor, dê-me a graça de mudar a mim mesmo”
Se eu tivesse rezado dessa maneira desde o começo, não teria desperdiçado a minha vida.
Dinâmica:
1. Leitura em grupo.
2. Compartilhar com o grupo o que sentiu ao ler o texto.
3. Alguém identificou-se com a historia?
4. O grupo acredita que se as pessoas olhassem primeiro para si mesmas conseguiriam contribuir para com a vida dos outros?
5. Quais ensinamentos que este exercício deixou ao grupo.
6. Plenária.
Quando jovem, eu era um revolucionário e minha oração consistia em dizer a Deus:
“ Senhor, dê-me forças para mudar o mundo”.
À medida que fui me tornando adulto, dei-me conta de que havia passado metade da vida sem ter conseguido mudar uma única alma.
Transformei minha oração e comecei a dizer:
“ Senhor, dê-me a graça de transformar a todos os que entrarem em contato comigo”.
Mesmo que seja somente minha família e meus amigos.
Com isso já me dou por satisfeito”.
Hoje , que sou velho e tenho os dias contados, comecei a compreender o estúpido que fui.
Minha única oração agora é a seguinte:
“Senhor, dê-me a graça de mudar a mim mesmo”
Se eu tivesse rezado dessa maneira desde o começo, não teria desperdiçado a minha vida.
Dinâmica:
1. Leitura em grupo.
2. Compartilhar com o grupo o que sentiu ao ler o texto.
3. Alguém identificou-se com a historia?
4. O grupo acredita que se as pessoas olhassem primeiro para si mesmas conseguiriam contribuir para com a vida dos outros?
5. Quais ensinamentos que este exercício deixou ao grupo.
6. Plenária.
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